Feira da Música de Fortaleza
A banda Rosa de Pedra [foto] capitaneou a passagem dos potiguares pela capital cearense na edição 2007 do evento. Os baixistas Sérgio Groove e Jr. Primata, o cantor e compositor Mirabô Dantas e o grupo Retrovisor também marcaram presença por lá. >>> Leia matéria publicada no Diário de Natal...
A verdade está lá fora!
O que de fato é verdade? Estamos vivos ou tudo não passa de realidade virtual? Qual o tamanho da mentira que nos contam há décadas? O ufólogo César Valério conversou com a [:]rÁudio.visual sobre as teorias da conspiração que regem silenciosamente o destino da humanidade...
Entrevista The Sinks
Diretamente da base da DoSol Records, a [:]rÁudio.visual conversou com Dante (voz e guitarra) e Anderson Foca (baixo e voz) da banda potiguar The Sinks — power trio que ainda agrega o baterista Marcelo Costa. Influências e a nova realidade do mercado fonográfico...
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sábado, 1 de setembro de 2007
Velvet Discos amplia espaço [vd]
ENTREVISTASÓ PARA RAROS, SÓ PARA LOBOS
A Velvet não é mais a mesma! Única loja especializada em música da capital potiguar, o espaço acaba de retomar suas atividades com a palavra 'Café' incorporada ao nome.
Ainda mais aconchegante que antes, a partir de agora os antenados de plantão podem continuar encontrando CDs, DVDs, livros e LPs exclusivos (e devidamente garimpados) enquanto saboreiam receitas cafeinadas. A proposta do proprietário Marcelo Morais também inclui happy hour extendido às sextas e apresentações intimistas ao vivo.
[:]. Velvet Café e Discos
. Funcionamento: de segunda a sábado em horário comercial (sexta-feira tem desconto para quem esticar até mais tarde)
. Média de preços: R$ 20 (CDs e DVDs importados são maioria nas prateleiras)
. Av. Hermes da Fonseca, 1163 - Tirol / Natal
. Telefone: 84 3084-5890
. E-mail: contato@velvetdiscos.com.br
Tags:
cd,
dvd,
eletrônico,
entrevista,
literatura,
música independente,
potiguares,
rock,
velvet discos,
vídeo
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
CD || Roça Elétrica - Mercado de Peixe [SP]
RESENHA CD
GROOVE PÓS-CAIPIRA
Música: “Beats e Batuques”
Mercado de Peixe é daquelas bandas que não se prendem a um estilo, um rótulo. Juntos desde 1996, o septeto de Bauru (SP) apresenta um trabalho coeso e voltado ao experimentalismo — sempre alicerçado pela sonoridade caipira que flerta maliciosamente com o groove. Com essa mistura inusitada, o CD “Roça Elétrica” surpreende a cada faixa com moda de viola em versão dub, rock sanfonado, cantoria e samples... o que não falta é opção neste Mercado: rock, regional, samba, drum’n bass, reggae e funk.
As letras contextualizam a realidade interiorana sem bairrismos ou lamentos, com uma proposta pós-caipira de captar influências e reprocessar sons de além mar (ou melhor: de além, digamos, zona rural). Diferente sem soar estranho, melodias assobiáveis e dançante na medida certa. Ouça com atenção as músicas "Beats e Batuques", "Bernabé", "Moda do Peão" e "AA".
O grupo é formado por Juninho Madureira (voz), Ricardo Fela (percussão e voz), Fernando TRZ (teclado, sanfona e voz), Ricardo Polettini (guitarra, viola e voz), Fabiano Alcântara (baixo), Paulo Pires (bateria) e Ermão (percussão e efeitos).
[:]
. www.mercadodepeixe.art.br
. 2004 – Coletivo Samacô / Editora Atração
. Música: “Beats e Batuques” (Fabiano Alcântara / Ricardo Fela)
. Fotos: Emerson Gomes Vanderlei (1, 2 e 4) // João Correia Filho (3)
domingo, 19 de agosto de 2007
EP DEMO || DaSilva e a Usina Dub [PB]
RESENHA EP DEMO
DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA
Música: "17 anos"
DaSilva e a Usina Dub vem da Paraíba com um drum'n bass moderno e bem bolado de elementos sutis de regionalismo. Como assim? Drum'n Bass? Mas não é Dub? Essa foi a pergunta que fiz assim que apertei play. É possível perceber a influencia do dub nas músicas recheadas de efeitos processados e delays, mas não o suficiente para justificar o nome.
O som é bom, foi bem gravado, mas se analisarmos mais a fundo ainda está faltando uma produção que atente para os detalhes.
Projeto idealizado por Fabiano Soares e Kiko Guedes, a banda ainda não tem uma formação definida: a proposta é agregar parceiros que 'pilotam' alfaias, trompetes, rabecas, flautas e qualquer outro instrumento que traga riqueza à música. Talvez aí se encaixe o termo Dub, que tem como proposta intrínseca a mistura de elementos sonoros.
# CD-ROM :: apresentação multimídia
sábado, 18 de agosto de 2007
SHOW || A Pedrada da Rosa na Feira da Música CE

CRÍTICA SHOW
ROSA DE PEDRA
Foto: Sueli de Souza || + fotos no álbum
O show da banda Rosa de Pedra (dia 16/8) durante a Feira da Música em Fortaleza é daqueles que transformam qualquer conterrâneo em suspeito. Tudo bem que era humanamente impossível assistir todos os shows, afinal eram 85 apresentações em cinco palcos diferentes espalhados pela cidade, mas afirmo que dentre os prestigiados foi o melhor de toda a programação.
Puxando a sardinha pro lado dos potiguares?
Pode até ser, mas sem nenhum remorso!
Duvida? Então ouça Sotaque (música de Ricardo Baya) e esquive-se da Pedrada da Rosa!!
CONCENTRAÇÃO OU OBA-OBA?
Aproveitando a providencial e mais que esperta carona da Agência Cultural do Sebrae RN (totalmente justificada por todos os quase 50 passageiros), a caravana potiguar era delegação mais concentrada das que participaram — talvez por isso, e justamente por isso, os papa-jerimuns fizeram tão bonito por onde passaram.
Explica-se: enquanto outras turmas ficaram (bem) hospedadas no Sesc Iparana, no vizinho município de Caucaia onde só se chega após pagar pedágio, os comedores de camarão se refugiaram em um hotel próximo ao epicentro da Feira. Não que seja contra o oba-oba das festinhas paralelas que devem ter rolado lá pelo Sesc, mas sem dúvida não há como manter a concentração sem desperdiçar energia.
Claro que a interação geral é sempre bem vinda, mas embarcamos em direção a capital cearense a trabalho - está certíssima nossa chefe de delegação Iracema Sabóia, nossos parabéns!
Falando em trabalho, não posso deixar de salientar a onipresença do DJ Papel [a.k.a Gabriel Souto]. O cara fez ótimas participações nos shows da Rosa de Pedra, NêguEdmundo e Retrovisor.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
DROPS || Feira da Música de Fortaleza - 15/8

MERCADO
INDEPENDENTE DE QUEM?
# Trilha sonora: Raio de Fogo – Montage (Daniel Peixoto (foto) e Leco Jucá)
• MONTAGE :: A banda de eletro-glam-rock provou mais uma vez o que não precisa mais ser provado, principalmente na terrinha: estão na vanguarda dessa urbanidade globalizada .. na ponta da lança! Daniel, o 'homem de gelo e pelúcia', sacudiu o palco Poço da Draga na primeira noite de shows da Feira da Música de Fortaleza.
Endereço oficial da música brasileira nesses dias de agosto, a capital cearense injeta calorias nos bastidores da cena independe. Independente, independente... essa palavra martela a cabeça e passa a ser praticamente inevitável acrescentar essa pseudo-condição de independência.
Independente de quem? Das majors?
Morreram e esqueceram de enterrar!
Radicalismo? Que nada!
É que simplesmente elas, as grandes (e até médias com bala na agulha), não participam de eventos e feiras especializadas. Ser independente não significa o mesmo que há 10 ou 15 anos, hoje tem banda gravando CD antes do primeiro show.
Cadê os caras das multinacionais? Por aí à paisana?
Não precisamos deles!
Temos que acabar com esse papo de independente, soa como auto-afirmação de alguém ou alguma coisa querendo se sentir menos dependente (!). Nós é que fazemos parte da verdadeira cadeia da música e não 'eles'.
'Eles' (a entidade "grandes gravadoras"!) é que são dependentes do que se destaca no NOSSO meio, onde ciclo se reinventa. Nós, os ‘independentes’, estamos com a faca, o queijo e mouse nas mãos...
terça-feira, 14 de agosto de 2007
ROQUENROU || Zé Caxangá e sua Coletânea Coletiva V1 - segunda parte
PINDORAMACOLETIVO RECORDS
Zé Caxangá continua sua saga pelos becos alternativos da música universal potiguar com o volume um da Coletânea Coletiva. A regra pra fazer parte do repertório é simples: só tem vaga garantida quem tem algo interessante pra mostrar! A compilação foi lançada em 2007 pelo selo selo Coletivo Records e a [:]rÁudio.visual adianta que o segundo volume já no forno.[ouça agora!] # E que venham o terceiro, o quarto e o quinto volumes...
1. DUB Project - Surfing Drama
2. Orquestra Boca Seca - Tema da Auto Ajuda
3. Pangaio - 10 Cents
4. Ameaça Subterrânea - Rock Blues e Jam
5. Brebôte - Homem Mosquito
6. Moonganjah - Alcalina
7. D'Vibe - Yeah Baby
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
ROQUENROU || Zé Caxangá e sua Coletânea Coletiva V1 - primeira parte
PINDORAMAALTERNATIVA POTIGUAR
O figuraça Zé Caxangá aterrissa na [:]rÁudio.visual para sua primeira intervenção, trazendo à tona o Programa PINDORAMA com o melhor do circuito alternativo de música em Natal. O repertório é uma pequena mostra do primeiro volume da Coletânea Coletiva, lançada em 2007 pelo selo Coletivo Records.[ouça agora!]
1. General Lee (Repente Billies) - O Cão
2. Casa de Orates - Cachorro Magro
3. Sonda Quebrada e os Cientistas do Som - FMI
4. Brigitte Beréu - 34 horas
5. Braws - Waves
6. Romildo Soares - A Primeira Viagem
7. Embolafunk - Dona Maria
sábado, 11 de agosto de 2007
BLACK MUSIC || DUB - Uma breve história 002
ÁUDIO-DOCUMENTÁRIOOS PRIMÓRDIOS DO HIP HOP
Essencialmente o DUB enfatiza batidas leves e linhas arrojadas de baixo, saturadas por efeitos processados (delay e reverb). Os instrumentos fluem para um preenchimento harmônico mixado com sons estrategicamente incluídos para conferir um tom lisérgico às músicas - ruídos, cantar de pássaros, trovões e relâmpagos, fluxo de água... [ouça e saiba mais!]Acredita-se que o maior derivado do Dub, o conjunto DJ e MC, seja o Hip Hop - também criado na Jamaica por Kool Herc. Porém, ao contrario do Hip Hop, no DUB quem comanda o microfone é chamado de DJ (também chamado de MC, de Mestre de Cerimônia) enquanto o SELECTOR escolhe as músicas e opera o toca-discos.
# Foto: Augustus Pablo, parceiro de King Tubby (considerado o pai do DUB)
[:] primeira parte do programa DUB - Uma breve história
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
BLACK MUSIC || DUB - Uma breve história 001

ÁUDIO-DOCUMENTÁRIO
UMA VIAGEM NO TEMPO
O DUB surgiu na Jamaica no final da década de 60, quando alguns artistas passaram a incluir no LADO B versões instrumentais registradas no LADO A. Em pouco tempo, o estilo consolidou-se como importante vertente do primo mais velho: o reggae.King Tubby (foto), considerado o pai do gênero, fez suas primeiras experiências em seu estúdio caseiro: "Eu tinha um pequeno gravador e pegava emprestado uns tapes dos produtores e mixava-os de um jeito diferente. Fui fazendo testes, tirando a voz das gravações e levei os mixes para os bailes..." [ouça e saiba mais!]
Alguns dos principais nomes do DUB jamaicano: King Tubby, Lee "Scratch" Perry, Augustus Pablo, Bunny Lee, Alvin Ranglin, Scientist, King Jammy, Sly & Robbie, Roots Radics e Soul Syndicate.
Depois do sucesso na ilha Rastafári, o DUB atravessou o Atlântico e foi parar na Inglaterra onde bandas como Zion Train, Alpha e Omega e produtores como Mad Professor, Adrian Sherwood, Jah Warrior e Jah Shaka seduziram os europeus com um trabalho vintage de sonoridades futuristas.
[:] segunda parte do programa DUB - Uma breve história
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
José, por Carlos Drummond de Andrade
INTERVENÇÃO ELETRÔNICA
Mineiro de Itabira do Mato Dentro, o poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) recita JOSÉ em versão turbinada pela [:]rÁudio.visual.
Essa intervenção inspirada eletrônica é um exemplo perfeito do conceito de compartilhamento dos direitos autorais pelo Creative Commons.
. Co-autores:
:: Carlos Drummond de Andrade (letra)
:: Fa'sGroove (música)
# # #
José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
[:]
. Fonte áudio original: www.memoriaviva.com.br
. Biografia Drummond: www.releituras.com
Mineiro de Itabira do Mato Dentro, o poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) recita JOSÉ em versão turbinada pela [:]rÁudio.visual.Essa intervenção inspirada eletrônica é um exemplo perfeito do conceito de compartilhamento dos direitos autorais pelo Creative Commons.
. Co-autores:
:: Carlos Drummond de Andrade (letra)
:: Fa'sGroove (música)
# # #
José
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
[:]
. Fonte áudio original: www.memoriaviva.com.br
. Biografia Drummond: www.releituras.com
terça-feira, 7 de agosto de 2007
VÍDEO || Black Point - DuSouto [RN]
VÍDEO CLIPE
ELETRO-URBANIDADE À BEIRA MAR
Direção: Joolio Castro
"De dia é Ponta Negra, de noite é Black Point...": essa ode pós-moderna dedicada ao lado B da praia mais famosa de Natal tenta retratar fragmentos da atual realidade local. A criatividade das soluções estéticas supera a impressão do clima caseiro que o vídeo clipe da banda potiguar DuSouto transmite nos primeiros momentos.
Bons de bola, conquistaram a única vaga genuinamente brasileira na seleta seleção de músicas que integram o jogo oficial da Copa do Mundo 2006.
De sonoridade crossover-eletro-dub-rock-regional-de-primeira, o quinteto formado por Paulo Souto, Gabriel Souto, Gustavo Lamartine, Joab Quental e Joolio Castro agrada ouvidos exigentes e corpos ávidos por sons de consistência altamente explosiva e dançante!
[:]
. www.dusouto.com
. A música Black Point faz parte do CD DuSouto, lançado em 2006 pela Nikita Music
ELETRO-URBANIDADE À BEIRA MAR
Direção: Joolio Castro
"De dia é Ponta Negra, de noite é Black Point...": essa ode pós-moderna dedicada ao lado B da praia mais famosa de Natal tenta retratar fragmentos da atual realidade local. A criatividade das soluções estéticas supera a impressão do clima caseiro que o vídeo clipe da banda potiguar DuSouto transmite nos primeiros momentos.
Bons de bola, conquistaram a única vaga genuinamente brasileira na seleta seleção de músicas que integram o jogo oficial da Copa do Mundo 2006.
De sonoridade crossover-eletro-dub-rock-regional-de-primeira, o quinteto formado por Paulo Souto, Gabriel Souto, Gustavo Lamartine, Joab Quental e Joolio Castro agrada ouvidos exigentes e corpos ávidos por sons de consistência altamente explosiva e dançante!
[:]
. www.dusouto.com
. A música Black Point faz parte do CD DuSouto, lançado em 2006 pela Nikita Music
sábado, 4 de agosto de 2007
VÍDEO || Palarveando - Os Poetas Elétricos [RN]
VÍDEO CLIPE
CAPRICHO FOTOGRÁFICO
Direção: Mário Ivo
Video clipe para Palarveando, poemúsica dOs Poetas Elétricos Carito (voz e composições), Edu Gomez (guitarra e efeitos) e Michele Régis (voz). Experimentalismo é o que move essa dupla de três(!) que brinca sério de chocar poemas.
Produção caprichada com direção de Mário Ivo, Palarveando assegurou com folga o primeiro lugar no Festival Curta Natal no Mada em 2006 – no mesmo ano também foi selecionado para a 20ª Mostra do Audiovisual Paulista.
* Eles são loucos pelo que fazem, não estão nem aí para preconceitos e, à primeira audição, podem provocar estranhas reações: indo do amor ao ódio em menos de um ‘frame’. O rótulo também não importa, se é poesia sonora, declamada ou música experimental, Os Poetas Elétricos preferem não fechar com nenhuma dessas embalagens, nem sabem dizer qual delas é que melhor se encaixa com a proposta do projeto.
[:]
. www.ospoetaseletricos.com.br
. A música Palarveando faz parte do CD “Poemas Eletri-Ficados & Outros Que Foram Embora”, lançado pelo selo Mudernage Diskos em 2004
CAPRICHO FOTOGRÁFICO
Direção: Mário Ivo
Video clipe para Palarveando, poemúsica dOs Poetas Elétricos Carito (voz e composições), Edu Gomez (guitarra e efeitos) e Michele Régis (voz). Experimentalismo é o que move essa dupla de três(!) que brinca sério de chocar poemas.
Produção caprichada com direção de Mário Ivo, Palarveando assegurou com folga o primeiro lugar no Festival Curta Natal no Mada em 2006 – no mesmo ano também foi selecionado para a 20ª Mostra do Audiovisual Paulista.
* Eles são loucos pelo que fazem, não estão nem aí para preconceitos e, à primeira audição, podem provocar estranhas reações: indo do amor ao ódio em menos de um ‘frame’. O rótulo também não importa, se é poesia sonora, declamada ou música experimental, Os Poetas Elétricos preferem não fechar com nenhuma dessas embalagens, nem sabem dizer qual delas é que melhor se encaixa com a proposta do projeto.
*.TXT.
[:]
. www.ospoetaseletricos.com.br
. A música Palarveando faz parte do CD “Poemas Eletri-Ficados & Outros Que Foram Embora”, lançado pelo selo Mudernage Diskos em 2004




